15. junho 2017 · Comentários desativados · Categorias: Homilia · Tags: ,

 

 

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Papa: a consolação verdadeira é dom e serviço

O Papa Francisco celebrou a missa na capela da Casa Santa Marta, nesta segunda-feira (12/06).

A experiência da consolação esteve no centro da homilia do Santo Padre. O Papa frisou que a Primeira Leitura do dia fala oito vezes de consolação. Para o Pontífice foi uma ocasião para refletir sobre qual é a consolação à qual São Paulo se refere. A sua primeira característica é a de não ser “autônoma”.

 

“A experiência da consolação, que é uma experiência espiritual, precisa sempre da alteridade para ser plena: ninguém pode consolar-se a si mesmo. Ninguém. E quem procura fazê-lo termina olhando-se no espelho. Olha-se no espelho, procura maquiar-se, se aparecer. Consola-se com essas coisas fechadas que não o deixam crescer e o ar que respira é o ar narcisista da autorrefencialidade. Esta é uma consolação maquiada porque é fechada, falta-lhe a alteridade.”

“No Evangelho se encontra muita gente assim”, sublinhou o Papa na homilia. Por exemplo, os doutores da Lei, “cheios da própria suficiência”, o homem rico que vivia sempre em festas, pensando em se consolar, mas sobretudo o que expressa melhor este comportamento é a oração do fariseu diante do altar. Ele diz: “Eu te agradeço porque não sou como os outros”. “Ele se olhava no espelho”, disse Francisco, “olhava a própria alma maquiada por ideologias e agradecia ao Senhor”. Jesus mostra esta possibilidade de ser gente que com este modo de viver “nunca alcançará a plenitude”, mas a vanglória.

Para ser verdadeira, a consolação precisa de uma alteridade. Primeiramente, se recebe, pois “é Deus quem consola, que dá este dom”. Depois, a verdadeira consolação amadurece também outra alteridade, ou seja, a de consolar os outros. “A consolação é uma passagem do dom recebido ao serviço doado”, explicou o Papa:

“A consolação verdadeira tem dupla alteridade: é dom e serviço. Assim, se eu deixo a consolação do Senhor entrar como dom é porque eu preciso ser consolado. Para ser consolado é necessário reconhecer-se necessitado. Somente assim, o Senhor vem, nos consola e nos dá a missão de consolar os outros. Não é fácil ter o coração aberto para receber o dom e fazer o serviço, duas alteridades que tornam possível a consolação.” 

“É necessário um coração aberto e para isso é preciso um coração feliz. O Evangelho de hoje das Bem-aventuranças diz quem são os felizes, quem são os beatos”:

“Os pobres, o coração se abre com uma atitude de pobreza, de pobreza de espírito. Os que sabem chorar, os mansos, a mansidão do coração; os que têm fome de justiça, que lutam pela justiça; os que são misericordiosos, que têm misericórdia pelos outros; os puros de coração; os agentes de paz e os que são perseguidos pela justiça, por amor à justiça. Assim o coração se abre e o Senhor vem com o dom da consolação e a missão de consolar os outros”.

Ao invés, são fechados os que se sentem “ricos de espírito”, isto é, “suficientes”, “os que não sentem necessidade de chorar porque se sentem justos”, os violentos que não sabem o que é a mansidão, os injustos que cometem injustiça, os que não têm misericórdia, que jamais precisam perdoar porque não sentem a necessidade de serem perdoados, “os sujos de coração”, os “agentes de guerras” e não de paz e os que jamais são criticados ou perseguidos porque não se preocupam com as injustiças contra as outras pessoas. “Essas pessoas – diz o Papa – têm um coração fechado”: não são felizes porque não pode entrar o dom da consolação para, depois, dá-lo aos demais.

Francisco convidou a nos questionar como está o nosso coração, se aberto e capaz de pedir o dom da consolação para depois dá-lo aos outros como um dom do Senhor.  Durante o dia, pensar e agradecer ao Senhor que “sempre tenta nos consolar”. “Ele somente nos pede que a porta do nosso coração esteja aberta pelo menos um pouquinho”, concluiu o Papa: “Assim, Ele depois encontra o modo para entrar”.

(MJ/BF)

 

 

 

 

 

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images (87)O sol e a lua

Jesus e Maria

A lua representa a beleza de Maria

Mas a Beleza de Maria

É ser sacrário vivo da Eucaristia

É Maria vestida de Sol

Pois o Centro é a Eucaristia

O Alfa e o Ômega

O princípio e o fim

O Alfa e o ômega

O começo e o fim

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imagesQuem é esta que avança

Como a aurora que desponta,

Bela como a lua,

Inconfundível como o sol,

Terrível como um exército em linha de

Batalha? (Cântico dos Cânticos)

 

images (87)Apareceu no céu um grande sinal: uma Mulher vestida com o sol, tendo a lua debaixo dos pés, e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas.(Ap 12)

 

Maria é bela como a Lua  

Mas Maria põe sua beleza debaixo dos seus pés

 

 

 

 

 

 

 

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O Filho do Homem é o Senhor da minha vida

 O Filho do Homem é  Senhor também do sábado

O Filho do homem é o Amor da minha vida

O Filho do Homem é o alimento da minha Alma

Eu e a minha casa Adoramos ao Senhor

Eu e a minha casa comemos o Pão que é Amor

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Francisco: o diabo não é um mito, é preciso combatê-lo com a verdade

 

imagesCAAUFQKX A vida cristã é uma “luta” contra o demônio, o mundo e as paixões da carne. Foi o que afirmou o Papa na Missa presidida esta manhã na Casa Santa Marta.

 
Na homilia, Francisco comentou as palavras de São Paulo que, dirigindo-se aos Efésios, “fala da vida cristã numa linguagem militar”. O Pontífice destacou que “a vida de Deus deve ser defendida, se deve lutar para levá-la avante”. Portanto, são necessários força e coragem “para resistir e para anunciar”. Para prosseguir na vida espiritual – reafirmou – é preciso lutar. Não se trata de um simples confronto, mas de uma luta contínua. Francisco identificou três inimigos da vida cristã: “o demônio, o mundo e a carne”, ou seja, as nossas paixões, “que são as feridas do pecado original”. Certamente, observou, “a salvação que Jesus nos dá é gratuita”, mas somos chamados a defendê-la:

 
“Do que me devo defender? Que devo fazer? ‘Revestir-nos da armadura de Deus’, nos diz Paulo, ou seja, aquilo que é de Deus nos defende para resistir às insídias do diabo. Não se pode pensar numa vida espiritual, numa vida cristã, sem resistir às tentações, sem lutar contra o diabo, sem vestir esta armadura de Deus que nos dá força e nos protege.”

São Paulo, prosseguiu o Papa, destaca que “a nossa batalha” não é contra pequenas coisas, “mas contra os principados e as potências, isto é, contra o diabo e seus aliados”.

 
“Mas, esta geração – e tantas outras – nos fez acreditar que o diabo fosse um mito, uma figura, uma ideia, a ideia do mal. Mas o diabo existe e nós devemos lutar contra ele. É o que diz Paulo, não eu! É a Palavra de Deus. Mas nós não estamos muito convencidos. E depois Paulo nos diz como é esta armadura de Deus, quais são os diversos tipos de armaduras, que formam esta grande armadura de Deus. E ele diz: ‘Sejais firmes e cingi os vossos rins com a verdade’. Esta é a armadura de Deus: a verdade.”

“O diabo – disse - é o mentiroso, é o pai dos mentirosos, o pai da mentira.” E com São Paulo, reiterou que é preciso cingir os nossos rins com a verdade, revestir-nos da couraça da justiça. “Não se pode ser cristãos sem trabalhar continuamente para ser justos. Não se pode”. Uma coisa que nos ajudaria muito, disse, seria nos perguntar se ‘acredito ou não?’. Ou acredito mais ou menos? E evidenciou que “sem fé não se pode prosseguir, não se pode defender a salvação de Jesus”. Precisamos “deste escudo da fé”, porque  “o diabo não nos lança ”, flores mas “flechas em chamas” para nos matar. Francisco então exortou a tomar o capacete da salvação e a espada do Espírito e a vigiar “com orações e súplicas”:

 
“A vida é uma milícia. A vida cristã é uma luta, uma luta belíssima, porque quando o Senhor vence em cada passo da nossa vida, nos dá uma alegria, uma felicidade grande: aquela alegria que o Senhor venceu em nós, com a sua gratuidade de salvação. Mas sim, somos um pouco preguiçosos na luta e nos deixamos levar avante pelas paixões, por algumas tentações. Isso porque somos todos pecadores. Mas não devemos nos desencorajar. Coragem e força, porque o Senhor está conosco”.

 

Rádio Vaticano

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Com o Dragão , é na Espada

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Não ficar fechado nos sistemas, abrir-se às surpresas de Deus: Papa em Santa Marta

 

 

 

imagesCAAUFQKXAbrir-se às surpresas de Deus, sem se fechar aos sinais dos tempos – pediu o Papa Francisco na missa desta minha na Casa de Santa Marta. Comentando as palavras de Jesus aos doutores da lei, o Papa exortou os fiéis a não permanecerem apegados às próprias ideias mas a caminharem com o Senhor, encontrando sempre coisas novas…

Porque estes doutores da lei não percebiam os sinais dos tempos e pediam um sinal extraordinário…E por que é que não percebiam? Antes de mais, porque estavam fechados. Fechados no seu sistema, tinham sistematizado muito bem a lei, uma obra prima. Todos os judeus sabiam o que que se podia fazer e o que não se podia fazer, até onde se podia ir. Tudo bem arrumado. E assim estavam seguros.
Não percebiam que Deus é o Deus das surpresas, que Deus é sempre novo. Nunca se renega a si mesmo, nunca diz que o tinha dito era errado, nunca, mas sempre nos surpreende. Eles não percebiam isto e fechavam-se naquele sistema feito com tanta boa vontade e pediam a Jesus: ‘Dá-nos um sinal! E não percebiam os muitos sinais que Jesus fazia e que indicavam que o tempo estava maduro. Fechados!

Em segundo lugar, tinham esquecido que eram um povo a caminho. Em caminho. E quando se caminha, quando uma pessoa vai pelo caminho, sempre encontra coisas novas, que não conhecia. 

Os doutores da lei, fechados em si mesmos, “não tinham percebido que a lei que defendiam e amavam era uma pedagogia que havia de levar a Jesus Cristo. “Se a lei não nos aproxima de Jesus Cristo é uma lei morta.

Isto deve fazer-nos pensar: estou apegado às minhas coisas, às minhas ideias, fechado. Ou estou aberto ao Deus das surpresas? Sou uma pessoa fechada, ou uma pessoa que caminha? Creio em Jesus Cristo? … Sou capaz de captar os sinais dos tempos e ser fiel à voz do Senhor que neles se manifesta? Podemos fazer-nos hoje estas perguntas e pedir ao Senhor um coração que ame a lei, porque a Lei é de Deus. E que ame também as surpresas de Deus, sabendo que esta lei santa não é finalizada a si mesma.

 

Rádio Vaticano

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Exame de consciência: prática antiga mas tão boa – o Papa em Santa Marta nesta sexta-feira

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Para que o mal não entre em nós há uma prática muito antiga mas tão boa : o exame de consciência – esta a principal mensagem do Papa Francisco na homilia da Missa em Santa Marta na sexta-feira dia 10 de outubro.

 

O Evangelho do dia recorda-nos que o diabo volta sempre e vem ter connosco, não deixa nunca de nos tentar – sublinhou o Santo Padre que considerou ainda que o diabo tem paciência e quer para si a nossa alma. Também tentou Jesus mesmo até à Sua Paixão. É, pois, preciso guardar o nosso coração que é o lugar onde habita o Espírito Santo – afirmou o Papa Francisco:

 

 

“ Ter um coração recolhido, um coração sobre o qual nós sabemos o que sucede e aqui e ali pode-se fazer a prática antiga da Igreja, mas boa: o exame de consciência. Quem de nós, à noite, antes de terminar o dia, fica sozinho ou sozinha e faz-se a pergunta: o que aconteceu hoje no meu coração. O que aconteceu? Que coisas aconteceram através do meu coração? Se não o fazemos, não sabemos, verdadeiramente, vigiar bem nem conservar bem.”

 

 

O Papa Francisco concluiu a sua homilia considerando que o exame de consciência é uma graça, porque conservar o nosso coração é conservar o Espírito Santo que está dentro de nós.

 

Rádio Vaticano

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Evitemos lamentações teatrais e rezemos por quem sofre verdadeiramente – o Papa em Santa Marta nesta terça-feira

 

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Evitemos lamentações teatrais e rezemos por quem sofre verdadeiramente – esta a mensagem principal do Papa Francisco na manhã de terça-feira, dia 30 de setembro.

 

Na primeira leitura da liturgia deste dia retirada do Livro de Jó podemos ler: “Desapareça o dia em que nasci e a noite em que foi dito: ‘Foi concebido um varão!’ Porque não morri no seio da minha mãe ou não pereci ao sair das suas entranhas?” Jó faz estas afirmações amaldiçoando o dia em que nasceu. Tinha perdido tudo: família, bens, saúde. Será blasfêmia? – perguntou o Santo Padre que a este propósito recordou Jesus na cruz que afirma: Pai, por que me abandonaste? Tudo isto é oração – afirmou o Papa Francisco.

 
“Tantas vezes eu ouvi pessoas que estão vivendo situações difíceis, dolorosas, que perderam muito ou se sentem sós e abandonadas e vêm lamentar-se e fazem estas perguntas: Porquê? Porquê? Rebelam-se contra Deus. E eu digo: ‘Continua a rezar assim, porque também isto é uma oração “. Era uma oração quando Jesus disse ao seu Pai: “Por que me abandonaste?!”.

 
O Santo Padre recordou neste ponto da sua homilia as grandes tragédias da humanidade, “tantos irmãos e irmãs que não têm esperança”. Referiu o exemplo dos cristãos que são perseguidos e expulsos das suas casas ficando sem nada. E nós, – observou o Papa – que “não temos fome, nem doenças”, quando chega um pouco de “escuridão na nossa alma” zangamo-nos logo com Deus. O Santo Padre evocou o exemplo de Santa Teresinha do Menino Jesus:

 

“E ela, Santa Teresa, rezava e pedia para andar em frente, na escuridão. Isto chama-se entrar em paciência. A nossa vida é demasiado fácil, as nossas lamentações, são lamentações de teatro. Perante estas, estas lamentações de tantas pessoas, de tantos irmãos e irmãs que estão na escuridão, que quase perderam a memória, que quase perderam a esperança – que vivem aquele exílio de si próprios, são exilados, também de si próprios – nada! E Jesus fez este caminho: da noite no Monte das Oliveiras até a última palavra da cruz: “Pai, por que me abandonaste!”

 
No final da sua meditação o Papa Francisco apontou duas ideias práticas: prepararmos o nosso coração para os dias de escuridão, e rezarmos com a Igreja pelos irmãos que perderam a esperança e que vivem no sofrimento e na escuridão.

Rádio Vaticano

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Entende-se Cristo carregando a cruz como o Cireneu – o Papa na Missa na Casa Santa Marta

 

 

imagesCAAUFQKX“Ser cristão é ser Cireneu e quem tem fé, identifica-se com Ele. Pertence a Jesus quem leva com Ele o peso da Cruz” – reflexão feita pelo Papa na homilia da manhã desta sexta-feira, 26, baseada no Evangelho de Lucas, em que Cristo pergunta aos discípulos quem as multidões pensam que Ele é, e recebe as respostas mais diversas.

“Este episódio – observou o Papa – demonstra que Jesus queria que a sua identidade fosse protegida. Em certas ocasiões, quando alguém se aproximava para comunicá-la, Ele o detinha, assim como impediu várias vezes também ao demónio de revelar a sua natureza de Filho de Deus, que veio para salvar o mundo. Fazia isto para que – explicou o Papa – as pessoas não se enganassem e pensassem que Messias fosse um líder vindo para expulsar os romanos. Só quando estava sozinho com os doze Apóstolos, Jesus começou a fazer a catequese sobre a sua verdadeira identidade”.

É necessário que O Filho do Homem sofra muito, seja rejeitado pelos anciãos, chefes dos sacerdotes e escribas, seja morto e ressuscite. Este é o caminho da sua libertação. Este é o caminho do Messias, do Justo: a Paixão e a Cruz. E lhes explica quem é. Eles não querem entender e no Evangelho de Mateus, se vê que Pedro rejeita esta verdade: ‘Não, não! E Ele começa a revelar o mistério sobre a sua identidade: ‘Sim, eu sou o Filho de Deus. Mas este é o meu caminho: devo percorrer este caminho de sofrimento’”.

Esta – afirmou o Papa – é a “pedagogia” que Jesus usa para “preparar os corações dos discípulos, os corações das pessoas… a entender este mistério de Deus”:
“É tanto o amor de Deus, é tão ruim o pecado, que Ele nos salva assim: com esta identidade na Cruz. Não se pode entender Jesus Cristo Redentor sem a cruz: não se pode! Podemos até chegar a pensar que é um grande profeta, que faz coisas boas, é um santo. Mas o Cristo Redentor sem a Cruz não se pode entender. Mas os corações dos discípulos, os corações das pessoas, não estavam preparados para entendê-lo. Não haviam entendido as profecias, não haviam entendido que justamente Ele era o Cordeiro para o sacrifício. Não estavam preparados”.

É somente no Domingo de Ramos – observa o Papa – que Cristo permite à multidão de dizer, “mais ou menos”, a sua identidade, com aquele “Bendito o que vem em nome do Senhor”. E isto porque “se estas pessoas não gritam, gritarão as pedras!”. Pelo contrário, é somente após a sua morte que a identidade de Jesus aparece em plenitude e a “primeira confissão” vem do centurião romano, conta o Papa Francisco, que conclui: “passo a passo”, Jesus “nos prepara para entendê-lo”. Nos “prepara para acompanhá-lo com as nossas cruzes no seu caminho para a redenção”:

“Nos prepara para sermos Cireneus, para ajudá-lo a carregar a cruz. E a nossa vida cristã sem isto, não é cristã. É uma vida espiritual, boa… ‘Jesus é o grande profeta, também nos salvou. Mas Ele e eu não…’. Não, tu com Ele! Percorrendo o mesmo caminho. Também a nossa identidade de cristãos deve ser protegida e não acreditar que ser cristãos é um mérito, é um caminho espiritual de perfeição. Não é um mérito, é pura graça”.

 

Rádio Vaticano

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O teu corpo dentro do meu corpo

É a maior prova de Amor

Dentro de mim nós somos um

Nós somos um só espírito

Dentro de mim nós somos um

Eu sou para o meu Amado

E  meu Amado é para mim

O meu Amado é todo meu

E eu sou dele

É fogo é lenha

É lenha é fogo

É fogo que arde mais não se queima

Dentro de mim nós somos um 

Nós somos uma Família

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